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Policiais Civis de Garibaldi e Barbosa aderem ao movimento de paralisação

Policiais Civis de Garibaldi e Barbosa aderem ao movimento de paralisação


Movimento durará o tempo em que o pacote estiver sendo votado na Assembleia Legislativa

Carlos Barbosa- Os servidores da Polícia Civil de Carlos Barbosa e Garibaldi, também aderiram a paralisação contra o pacote do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Em assembleia dos (as) Policiais Civis, com mais de 4.000 presentes, foi clara: a única forma de garantir a Carreira Policial, a manutenção da Promoções da Polícia Civil e a não diminuição dos salários é parando as atividades.Conforme o Sindicato dos servidores, o Governo precisa retirar a urgência do Pacote na Assembleia Legislativa e sentar à mesa para negociar. A greve é o último recurso que os (as) Policiais Civis dispõem para salvar sua Carreira e o futuro dos (as) Policiais e de suas famílias.

São cinco anos de salários atrasados, déficit de pessoal e trabalho em dobro para garantir a segurança da população. Apesar de todo o descaso dos governantes, os (as) Policiais Civis continuaram cumprindo seu dever, conseguindo a queda significativa de todos os índices de criminalidade no estado. Porém, segundo o Sindicato, no momento em que o governo apresenta um pacote que retira direitos históricos da categoria e praticamente acaba com a aposentadoria, além de reduzir salários, não é possível mais ficar calados e trabalhando como se nada estivesse acontecendo. “É o futuro das nossas famílias e a segurança da população que está em jogo”, destaca o Presidente da entidade.

O movimento grevista manterá os atendimentos de urgência e emergência no período que durar a greve. Isso representa a manutenção de 30% de cada órgão da PC, quando houver a necessidade de atuação pela emergência e urgência. O objetivo é garantir a prestação dos serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da Comunidade.

A determinação é para que não haja circulação de viaturas, de modo que todas devem permanecer no órgão a que pertencem enquanto durar o movimento grevista. O uso, quando imperioso, deve ser realizado preferencialmente com viaturas discretas.

Não haverá cumprimento de MBAs, mandados de prisão, operações e ações policiais, serviço de cartório, entrega de intimações, oitivas, remessas de Inquéritos Policiais ao Poder Judiciário e demais procedimentos de polícia judiciária. As DPPAs e Plantões somente atenderão os flagrantes e casos de maior gravidade, tais como: latrocínios, homicídios, estupros, ocorrências envolvendo crianças, adolescentes e idosos e Lei Maria da Penha, além daquelas ocorrências em que o comando de greve ou o plantonista julgar imprescindível a intervenção imediata da Polícia Civil.

Conforme o Sindicato, a greve durará o tempo em que o pacote estiver sendo votado na Assembleia Legislativa.